Desde o último dia 06/05, estamos celebrando o Tríduo preparatório para a festa de Nossa Senhora, invocada em nosso seminário com o título de “Maria, Mãe da Igreja”, legado este, que Dom Geraldo Lyrio Rocha, nosso primeiro bispo diocesano, deixou para nossa Igreja local.

A festa da padroeira de nosso seminário, neste ano, reflete a temática “Comunidades Vocacionais: encontro, testemunho e missão”, dentro da perspectiva do Congresso Vocacional do Brasil que acontece no mês de setembro na cidade de Aparecida – SP.

Ao longo das semanas, acolhemos com alegria, bispos, padres e comunidades, que conosco vieram celebrar e rezar conosco. Na primeira quarta-feira, no dia 06/05, acolhemos Dom Ângelo Ademir Mezzari, Arcebispo Metropolitano de Vitória, quem presidiu a Eucaristia, com a participação da comunidade Cristo Redentor do Bairro Cidade Continental (Serra). Na última semana, tivemos a graça de acolher Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória, e a comunidade Cristo Redentor do bairro Jardim Tropical (Serra), onde está localizado nosso seminário, e nesta semana acolheremos o Padre Romildo de Almeida, que vem para celebrar conosco seu 15º Aniversário de Ordenação Sacerdotal.

Nossa caminhada será concluída no dia 25/05, que após a Solenidade de Pentecostes, a Igreja celebra Maria, Mãe da Igreja, e a Solene Celebração Eucarística, será presidida por nosso bispo diocesano, Dom Lauro Sérgio Versiani Barbosa, nosso bispo diocesano, e concelebrada por nosso reitor Pe. Marinaldo Serafim e outros padres que estarão presentes.

Maria, é proclamada “Mãe da Igreja”, em 21 de novembro de 1964, na conclusão da terceira sessão do Concílio Vaticano II pelo Papa São Paulo VI, e estabeleceu ainda que assim fosse invocada por todo o povo cristão.

Dom Geraldo, esteve presente neste momento, e conforte constam em nossos arquivos, deixou-nos registrado: “Por especial graça de Deus, participei da celebração de encerramento da terceira sessão do Concílio Vaticano II, no dia 21 de novembro de 1964. Com grande emoção, ouvi estas palavras pronunciadas pelo Papa Paulo VI: ‘Para glória da Virgem e para nosso bem, proclamamos Maria Santíssima «Mãe da Igreja», isto é, de todo o Povo de Deus, tanto dos fiéis como dos pastores, que lhe chamam Mãe amantíssima; e queremos que com este título seja a Virgem doravante honrada e invocada por todo o povo cristão’”.

Já em 11 de fevereiro de 2018, o Papa Francisco estendeu a celebração desta memória para toda a Igreja, inserindo-a no Calendário Romano Geral, na segunda-feira após Pentecostes.

Celebrar Maria, Mãe da Igreja, padroeira do Seminário da Diocese de Colatina, é renovar a certeza de que a caminhada vocacional e ministerial da Igreja acontece sob o olhar materno daquela que soube acolher, escutar e viver plenamente a vontade de Deus. Ao contemplarmos Maria, reconhecemos nela a mulher do “sim”, a discípula fiel que acompanhou Jesus até a cruz e permaneceu unida à comunidade nascente dos discípulos, perseverando na oração e na esperança. Por isso, a Igreja a honra como Mãe, pois, aos pés da cruz, Cristo confiou Maria à humanidade inteira, entregando-a como presença materna e sinal de cuidado para todos os seus filhos.

A festa de Maria, Mãe da Igreja, celebrada pelo Seminário, torna-se também um momento de profunda comunhão eclesial. O tríduo preparatório, vivido com os temas “encontro”, “testemunho” e “missão”, convida toda a comunidade a refletir sobre a presença de Maria na vida cristã e no caminho vocacional. Ela é mulher do encontro, porque nos conduz a Cristo; é testemunha da fé vivida em comunidade, porque permaneceu unida aos discípulos; e é espelho missionário, porque levou ao mundo a alegria do Evangelho. Dessa forma, a celebração ultrapassa os limites de uma simples devoção e se transforma em oportunidade de renovação espiritual, oração pelas vocações e fortalecimento da missão evangelizadora da Igreja.

Que esta festa fortaleça não só no seminário, mas em toda a Diocese o compromisso com as vocações e desperte no coração dos jovens a coragem de responder ao chamado de Deus. Que “Maria, Mãe da Igreja”, continue intercedendo pelo Seminário, pelos seminaristas, formadores, benfeitores e por todo o povo de Deus, conduzindo-nos sempre a Jesus Cristo, fonte e sentido de toda vocação e missão.

Kleidson Ribeiro Ayolphi – 1º Ano da Configuração (Teologia)

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