Estamos a uma semana da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa!

O evento acontece de 1º a 6 de agosto em Portugal e contará com a participação de três seminaristas da Diocese de Colatina. Carlos Daniel de Souza Martins, Vinicius Mantovani Rampineli e Geisilan Barbosa dos Santos vão se unir a mais de 400 mil jovens de todo o mundo para celebrar a fé e a amizade. E o próprio Papa Francisco é quem conduzirá essa grande festa.

Conversamos com o seminarista Carlos Daniel, que cursa o 3º ano de teologia, para saber como está o coração às vésperas desse momento tão especial.

Confira a seguir!

POR QUE VOCÊ DESEJA PARTICIPAR DA JMJ?

CARLOS DANIEL: Em 2013, quando aconteceu a JMJ RIO, houve uma grande movimentação em nossa diocese. Muitos grupos de jovens estavam se organizando para ir, especialmente o grupo JUBASP (Juventude Unida Buscando Amor e Semeando a Paz) da minha comunidade de origem, São Camilo de Lelis, na Paróquia São João Batista, em Aracruz. Eu tinha 13 anos e presenciei a euforia, a alegria e a ansiedade daqueles que iriam participar do evento. Inclusive estive presente na recepção da Cruz Peregrina da Jornada no Santuário Nossa Senhora da Saúde. Durante os dias da Jornada acompanhei algumas partes do evento, especialmente a chegada do Papa e a missa de encerramento pela televisão. Tudo isso fez com que despertasse em mim o desejo de participar também.

O QUE VOCÊ ESPERA DA JMJ?

Tenho consciência de que participar da Jornada Mundial da Juventude me trará uma nova experiência, com potencial para alargar os horizontes de vida, vocação e missão. Será um momento único na minha vida e de muitos outros jovens. Desejo trazer todo aprendizado e toda experiência da Jornada para nossa Diocese. Espero que isso nos ajude a valorizar o jovem como protagonista da vida e da missão da Igreja.

COMO FOI A PREPARAÇÃO PARA JORNADA?

CARLOS DANIEL: Ao final da JMJ 2019, no Panamá, foi anunciado que a Jornada de 2021 seria em Portugal. Eu já estava no seminário, cursando o segundo ano de filosofia. Um amigo e eu sentimos vontade de aproveitar essa oportunidade única e participar da JMJ Lisboa, já que o idioma facilitaria nossa experiência. Porém, não fazíamos ideia de como começar.

O ano terminou, chegou 2020 e com esse ano veio a pandemia. Já havíamos desistido de participar da Jornada. Mas logo ela também foi adiada. Ao invés de ser em 2021, a JMJ aconteceria em 2023. Isso foi um grande sinal de esperança para nós! Ainda daria tempo de organizar a peregrinação.

DE QUE FORMA VOCÊS SE ORGANIZARAM?

Em 2021 comecei a correr atrás das coisas. Pedi autorização ao padre Edgar, reitor do nosso seminário. Ele autorizou e apoiou. Fiz o convite aos demais irmãos no seminário: Vinicius e Geisilan aceitaram embarcar nessa aventura. A partir daí comecei a ver os custos da viagem. Nesse sentido contei com a ajuda de muitas pessoas, a quem sou muito, muito grato! Destaco aqui, de forma especial, a Paróquia São João Batista e a Paróquia Nossa Senhora da Conceição.

É claro que a preparação não foi só de ordem prática. Também me envolvi na preparação espiritual para a JMJ. Acompanhamos, desde lá, a divulgação do tema: “Maria levantou-se e partiu apressadamente” (Lc 1, 39), o lançamento do hino oficial e, claro, através da oração, especialmente no dia 23 de cada mês, que era dedicado à oração pela JMJ LISBOA 2023.

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